Música Boa

Dica de Clipe – Infinito ( Fresno)

Não poderia deixar de postar algo referente a esse clipe aqui, eu sei que já falei no twitter e no facebook. Mas a grandiosidade desse trabalho merece total repetição.

Particularmente eu já amava essa música antes dela virar single e antes de ser ‘ Infinito’ eu já a amava como ‘Lá’ do Visconde. E então A Fresno fez a versão completa da música, transformando-a em Infinito – Lá parte II. A Música retrata os nossos sonhos, algo que ainda falta, que precisamos encontrar ou que precisamos fazer/descobrir. E magicamente a Fresno conseguiu colocar a essência da música no clipe, conseguimos perceber cada palavra e cada sentimento que a música passa neste clipe, nesta bela história que eles criaram. Enfim poderia ficar horas aqui elogiando e inventando diversos adjetivos para essa clipe fabuloso, mais vou me conter.

E esse clipe é mais uma das grandes conquistas que a banda Fresno vem ganhando ao longo desses anos de carreira, e tenho a absoluta certeza que esse é o início de mais uma bela fase no caminho dessa banda incrível. Então fica a dica e se emocionem assim como eu me emocionei ao ver esse clipe!

Devaneios da Nathy

Nostalgia

Nostalgia

Tenho grandes saudades, algumas ocultas, outras dolorosas.
Saudades que sufocam que prendem que machucam.
Tenho saudade de coisas que não me lembro, de momentos que ainda não presenciei.
Talvez tenha saudade do que era, do passado(… )passado esse que me traz boas lembranças, recordações que queria reviver, momentos eternizados pelo o tempo que jamais voltarão.
Tenho saudades doces também, aquelas que me fazem abrir um sorriso nos dias frios e nostálgicos, aquela saudade gostosa de sentir, que você lembra com brilho nos olhos.
Talvez a saudade não seja um dos piores sentimentos, talvez ela só apareça para nos lembrar do que o nosso coração jamais esquecerá.
É bom sentir saudades às vezes, porque ela me mostra que o amor continua ali, intacto, quietinho e aconchegante.

Devaneios da Nathy

Ausência

Ausência

Palavra forte, significado previsível, mas nem sempre ele se encaixa ao momento. A ausência se faz presente com a presença. E quando ela está presente é porque falta algo, ou alguém. Esse alguém até pode estar aí, mais não por completo, não de verdade. Você pode estar rodeada de pessoas, de coisas e de lugares, mais continua ausente, continua ‘sozinha’, vazia. Falta a essência, falta amor, falta você. A ausência só te deixa quando você se encontra. Quando você se vê não através de um espelho, mais sim através de si mesma, quando você olha para dentro, quando se dá conta que ta faltando algo em ti, algo que só você pode encontrar. Vai menina, olhe para si antes de qualquer coisa e procure o seu ‘erro’, e concerte-o você mesma, não deixe que ninguém faça por ti algo que apenas você pode fazer. E depois me conte se a ausência ainda te preocupa ou se ela já se tornou ausente na sua vida.

– Nathalya Monteiro

Devaneios da Nathy

Alguém…

Eu to precisando de alguém. Eu sei que estou rodeada de várias pessoas, pessoas queridas, que se importam comigo. Mais ainda falta uma em especial. Ainda há espaço, um espaço em especial que nunca foi ocupado por ninguém. Um espaço vazio. Um coração vazio. To precisando de você, isso de você mesmo. Você que eu ainda não conheço, que está perdido por aí entre milhares de pessoas, você que talvez até me conheça, você que talvez esteja tão perto, mais que para mim está tão longe. Chegue logo por favor, me encontre de uma vez, vem ocupar o espaço que está guardado para ti. Ta sendo difícil aguentar tudo sozinha, sem ter alguém que me aclame, que me pegue no colo e que me diga baixinho que vai ficar tudo bem, preciso de alguém para dividir a pipoca, para ficar abraçada nos dias frios. Eu to precisando de um amor, eu to precisando de uma nova história. Então amor, vem me buscar e me leve até esse alguém que eu tanto procuro, me faça o encontrá-lo!

Nathalya Monteiro

Devaneios da Nathy

Libertad

Libertad

‘Libertad, libertad, no voy a abandonar mis sueños. Libertad, libertad, Es tiempo de vivir sin miedo’

É o meu maior desejo …
Viver sem medo ….
Sem regras …
Sem punições …
Eu quero libertar o que há de mais precioso …
Quero libertar meus sentimentos ..
Quero ter a liberdade de um amor tranquilo …
Quero a liberdade de um sonho …
Quero ser eu mesma …
Eu só quero ter Liberdade

Nathalya Monteiro

Devaneios da Nathy

oamoréimportanteporra

oamor

Complicado .. é muito complicado. Complicado no sentido de expressar, de entender, não no sentindo de amar, de sentir. Amar é simples.Sim é muito simples! Basta sentir, sentir lá no fundo mesmo, quando seu coração fica expremidinho ou quando ele quase saí pela boca ao ver a pessoa amada. Eu amo sim, amo muito até, chega a doer. Mas é tão dífícil de lidar com esse amor nos dias de hoje. Difícil fazer as pessoas entenderem que não há nada de errado em amar alguém. Não se pede nada em troca, somente um abraço,um carinho ou olhar cumplice, já é o bastante, já acalma, já revigora. A vida é tão simples,somos nós que a deixamos complicada, que colocamos obstáculos onde não existe. Agora me diz eu sou errada por amar? Eu estou errando? Libertem-se, amem sem medo, amem sem culpa, amem por si mesmo. Não olhe para o lado não. Não se preocupe com a opinião alheia, se preocupe com você apenas, com a sua felicidade é isso que faz valer a pena! ( Nathalya Monteiro)

Devaneios da Nathy

Cansei!

Cansei!

Eu to cansada! Cansada dos clichês. Cansada de ouvir ‘eu te amo’ em qualquer esquina. O amor se tornou um objeto. Tornou-se banal. Ultimamente é tão fácil dizer eu te amo. Todo mundo ama. Você me conhece hoje e já morre de amores por mim, aí esbarra com outra mais a frente e lhe jura amor sem fim. Olha a que ponto chegamos. Chega a ser nojento. Dá raiva perceber que nossos sentimentos não são nada, são jogados e encontrados em qualquer lata de lixo. O mundo está ao avesso. Tá tudo errado. Não há mais inicio; meio e fim. Não faz sentido, não tem lógica. O mal das pessoas é pensar em si próprias apenas, não enxergam mais nada a sua volta. Olha para frente. Olha para o que tem em volta. O mundo gira. Nós somos de carne e osso e não de plástico. É difícil perceber que eu tenho sentimentos?E que ainda lá no fundo eu acredito no amor? Ainda há uma centelha de esperança. Poxa eu sou frágil. E quer saber? Talvez o meu maior erro ultimamente seja esse: Amar!

-Nathalya Monteiro

Devaneios da Nathy

Desabafo

Desabafo

Vivo 24 horas por dia com palavras presas na garganta, e sei que isso não vale a pena. Digo, reter palavras. Não vale a pena guardar só pra você aquilo que você morre de vontade de falar. Por exemplo, morro de vontade de falar de mim. Dos meus gostos, das minhas manias, dos meus hábitos. Super ego? Quem me dera. É que eu sou um tanto embaralhada. Guardo as coisas tanto tempo, me guardo em mim mesma tanto, que quando escapo, escapo aos gritos. Talvez essa não seja uma peculiaridade minha, mas é como me sinto. Não sei falar de rock sem brilho nos olhos, e esquento a cabeça quando me vem algum filho da mãe dizer que rock é horrivel. Não sei citar os livros que já li sem me sentir presunçosa. Desculpem, sei que é uma coisa idiota se gabar por já ter lido, mas eu sou assim. Amo livro, amo cheiro de livro, fico feliz em poder segurar um livro – e estou ciente do quanto isso soa maníaco. Vivo dizendo pra mim mesma que preciso ser mais paciente. Não sei ter calma com gente arrogante, metida, cara de pau. Perco a cabeça e acabo falando sem pensar. Aliás, sou levada pelo impulso. Falo sem pensar quase sempre. Mas seguro a língua quando converso com um amigo. Nem sempre consigo, mas tento. Se possível saio do msn e deixo a pessoa conversando sozinha, só pra não ter que tratar mal. Mas não me orgulho disso. Bom mesmo seria se eu continuasse lá, escutando e rindo como se nada estivesse acontecendo. Mas não dá, sabe? Ás vezes a cabeça pesa e você não consegue se concentrar. Você fica mal, se sentindo um lixo por não ter conseguido manter um diálogo, mas no fim percebe que foi melhor assim. E que isso é bem normal. Não dar conta é normal, mesmo pra mim que sou tão bizarra. O problema é que nem todo mundo se dá tão bem com a impotência. Muitos gostam de fingir que têm super poderes, e forçam um sorriso bonitinho. Sabe, isso não me deixa melhor. Não sei se porque detesto falsidade, ou porque não gosto de me sentir assim: deslocada. Um peixe fora d’água. É assim que me sinto quando sobem num palco e dramatizam ser perfeito. Chega, vocês não percebem? Não são bons em dramatizar! São horríveis, com algumas poucas excessões. Talvez eu seja suspeita pra falar, já que essa atitude me afeta demais, mas sabe, dane-se. Eu sempre aguentei firme, mas não dá. Não dá pra viver “eternamente” de aparências. É um s-a-c-o. Eu admito que não sei ser politicamente correta, e muito menos sei ser meiga. Aliás, eu não sei ser meiga mesmo, e ainda acho um engraçadinho de vez em quando pra dizer que isso é meigo. E sei dos efeitos colaterais. Sei como gente como eu sofre na vida, onde é preciso aguentar patrão, parente e mais uma renca de gente mal-comida. Mas eu vou mudando isso aos pouquinhos. Só precisava me colocar um pouco no papel. Guardar demais essas coisas me sufoca. Me sufoca ser eu mesma calada. Preciso gritar, e aproveitar que ainda não tenho que aturar ninguém além de alguns colegas indesejados.

TEXTO POR: Juliana Nery

Devaneios da Nathy

Amor não é faz de conta não menina!

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Entenda uma coisa pequena, o que você lê  nos livros não é a verdade nua e crua não, é uma verdade sim, mais um pouco mascarada, as vezes há invenções no meio de toda a história. Você não tem que seguir e acreditar em tudo que lê, você tem que aprender a viver com o que tá escrito. Tente entender as palavras antes de querer pegá-las para si menina. O amor não é fácil não, e as vezes não há final feliz, você só precisa acreditar e aprender com as lições que ele tenta te ensinar. Amor não é faz de conta não menina, é faz acontecer!
– Nathalya Monteiro