Devaneios da Nathy

Just a Bad Day

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Sabe aqueles dias em que nada da certo? Aquele que o sorriso se esconde lá no fundo e somos incapazes de resgata-lo? São dias nublados, cinzas. Dias que poderiam ser riscados do calendário, dias desnecessários. Sem lembranças, sem esperança, dias mortos.

São nesses dias que me pego remoendo sentimentos e sensações, me culpando e chorando pelo o que não deu certo, pelo erro. Não tem sentimento pior do que o da culpa. Culpa de algo que você nem fez, mais que lá no fundo te incomoda e te faz se sentir pesada, estranha, ranzinza, solitária.

Mas na verdade não tem nada, é só um dia ruim, mais vai explicar isso para os ciscos que caem nos olhos e molham a face. 

Tem dias que o que eu mais queria era voltar para casa dos meus pais, deitar do ladinho da minha mãe, ouvir suas histórias e dormi ali abraçadinha a ela, ás vezes eu só queria não ter tanta coisa para me preocupar.

“Os dias ruins, todo mundo tem, já jurei pra mim, não desanimar.”

(NxZero)

 

Devaneios da Nathy

Happiness

Happiness

E se o mundo acabasse hoje, eu diria que iria feliz, sem relutar e sem arrependimentos, não precisaria de mais 5 minutos para concertar nada e nem falar algo que estava escondido. Digo isso porque estou feliz, ser feliz não é um status como muitos acham, ser feliz, é apenas ser. Se contentar com as escolhas, se permitir amar tudo a sua volta. Por isso não digo apenas que estou feliz, prefiro dizer que sou feliz! Não soa melhor? Poder conjugar o verbo na primeira pessoa? Poder sorrir abertamente? Dar bom dia para os que passam por ti cabisbaixos, tentar passar adiante essa felicidade que irradia? Eu acho que nunca me vi assim, tão feliz, acho que eu nunca permiti que esse sentimento durasse tanto, e às vezes tenho até receio que ele acabe de uma hora para outra. Mais não, não vai acabar não se eu não quiser, não se eu não deixar. É simples, como já diziam os sábios a felicidade pode morar ao seu lado, então deixe-a fazer uma visita, convide-a para entrar, ofereça  uma xícara de café ou chá, aceite-a, e se ela precisar, deixe-a a ficar, arrume um espaço e  acomode-a, com certeza ela será a sua melhor companhia!

Vi e gostei!

6on6: August

Hey!

Semana passada recebi um convite da minha super amiga Talita do Le Blog de Talita para fazer parte de um novo projeto, que consiste em todo dia 6 de cada mês 6 blogs ( O Outro Lado da Estante,  Back in LA,  Blog da Mari Luz,  Fascínios Literários e  Le Blog de Talita ) postarem 6 fotos com um tema a ser escolhido previamente. Gostei muito da ideia e topei na hora. Eu adoro fotografia e gosto muito de fotografar ( mesmo não tendo muito jeito para isso rs ), e como os temas serão escolhido antes, vai ser meio que um desafio para mim, e também uma forma de interagir com outros blogueiros. Para começar o tema foi livre, e como no domingo  fui em um das praias mais linda desse meu Rio de Janeiro ( Praia de Grumari), aproveitei para fazer as fotos por lá. Espero que gostem e é isso!

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Tem 6on6: August no blog da Ana – Maria Alinny – Mariane – Talita – Henrique

Devaneios da Nathy

Meus primeiros contatos com a leitura

Desde pequena eu sempre fui muito apegada a histórias, contos e toda essa coisa de ‘contos de fadas’.Lembro que eu tinha uma coletânea de livros da Xuxa que incluíam todas aquelas histórias clássicas que tanto amamos. Ia da Branca de Neve á Fada Pluminha, passando por Bela Adormecida, Cinderella entre outros. O kit era os livros todos com belas ilustrações e Fitas cassetes com a história narrada. Era o máximo,  minha mãe sempre achou interessante a forma que aquilo me entretia, eu ficava horas folheando os livros e me imaginando dentro das histórias.

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Depois de tantas visitas ao ‘mundo encantado’ minha mãe me apresentou um livro que mudou muito a minha forma de agir, de pensar e de ver a vida. Comecei a levar as coisas mais a sério, aprendi a valorizar mais as coisas e pessoas que me rodeavam, e também descobri que sonhar é necessário sempre.

Qual foi o livro que li?
Adivinhem!!
Não podia ser outro além de ‘O Pequeno Príncipe.’

Livro de criança? Com certeza!
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância.De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrança questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações  O reencontro,o homem-menino.

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“Mesmo nossos fracassos são parte de nossos pertences”

No fim de minha infância, minha mãe novamente me presenteou com outro livro, um livro que ela leu na sua adolescência, que a fez abrir os olhos para vida, ver outros horizontes. O livro era “Pollyanna” de  Eleanor H. Porter, tenho esse livro como uma espécie de amuleto. Toda vez que a vida me prega uma peça, que me sinto mal com alguma situação é esse livro que me levanta e me joga para vida outra vez. Já perdi as contas de quantas vezes já o li, e de quantas vezes Pollyanna me tirou um riso com seu mágico jogo do contente.

A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outras tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível “Jogo do Contente”. Uma otimista incurável, Pollyana não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.

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“Muitas vezes me acontece de brincar o jogo do contente sem pensar, a gente fica tão acostumada que brinca sem saber. Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.”

E para finalizar essa minha ‘introdução’ a leitura. O último e não menos importante ” O diário de Anne Frank “. Eu sinceramente não tenho palavras que cheguem á altura deste livro. Você que não leu, corra eu um sebo e leia já. É o tipo de livro que não pode deixar de ser lido, é o tipo de história que jamais será revivida e que deve ser contada e recontada milhares de vezes. É a história de uma jovem que perde a ‘vida’ e tem que se esconder, que deixa para trás sonhos, amores (…) Tudo foi tirado dela, mais a sua esperança sempre foi algo que ninguém tocou. Me identifico um pouco com Anne e é como se eu carregasse um pouco dela comigo, como se ela me emprestasse sua coragem nas horas mais dificies. Se tem um livro que me conquistou do início ao fim e que me fez ter o interesse que eu tenho hoje pela leitura esse livro é O Diário de Anne Frank.

12 de junho de 1942 – 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente seguiu para Auschwitz e mais tarde para Bergen-Belsen.

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“Para ser franca, não consigo imaginar como alguém poderia dizer “Eu sou fraco” e continuar assim. Se você sabe isso ao seu respeito, por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter?”